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domingo, 30 de março de 2014

Games and Education Scholar

 James Paul Gee on Video Games, Learning, and Literacy
Quando aprender a resolver problemas é importante, os videojogos têm o seu papel. - Oiça as palavras de James Paul Gee sobre o sistema escolar, a avaliação e as mudanças a implementar...

quinta-feira, 25 de abril de 2013

“Vamos melhorar o mundo? Como? Jogando!”

Como mudar o mundo? São muitas as propostas, e qual delas a mais curiosa, e exequível. Fica aqui, esta proposta bem diferente. O seu título é curioso e faz-nos reflectir sobre o assunto. “Vamos melhorar o mundo? Como? Jogando!” Francisco Velásquez apresenta este trabalho de reflexão no slideshare, que deixo como proposta para o seu tempo de ócio. Jogar. Antes fica o convite a fazer este percurso de reflexão com o autor, sobre o jogo e a sua utilidade, e naturalmente vai perceber melhor do se trata, para melhorar o mundo.

sábado, 30 de março de 2013

ambiente digital x estrutura cerebral


No programa que sugerimos abaixo (Sociedade Civil) -  Videojogos: efeitos positivos no cérebro - as teorias de Daphne Bavelier são confrontadas com as de Susan Greenfield. Ambas referem a ação dos videojogos no cérebro, mas esta última reforça os aspetos negativos da adaptação às novas tecnologias.
Susan Greenfield é professora de farmacologia em Oxford, tendo estudado o efeito de algumas substâncias no cérebro, assim como o efeito das doenças degenerativas (Alzheimer, Parkinson). 
É na perspetiva das transformações provocadas pelos videojogos, embora considerando-os como componente do meio ambiente atual, que nos diz que as crianças de hoje, os “nativos digitais”, estão a perder as capacidades de relacionamento e reconhecimento de gestos e atitudes... – competências básicas do ser humano!
Para que saibam um pouco mais da sua perspetiva, propomos a leitura da entrevista da revista Veja:

"O ambiente digital está alterando nosso cérebro de forma inédita"

 

Reforço o interesse do programa Sociedade Civil e a necessidade de avaliar a questão por perspetivas diversas, muitas vezes complementares.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Videojogos: efeitos positivos no cérebro


Trago-vos uma sugestão: a visualização do programa Sociedade Civil em que se falou de Videojogos: efeitos positivos no cérebro, onde participa um painel muito interessante (na foto) e é, de novo, focada a perspetiva de Daphne Bavelier (e não só...).
(Para aceder clique na foto do painel ou em "Sociedade Civil")
Rui Prada – IST e presidente da Sociedade Portuguesa de Ciências dos Videojogos - SPCV, uma associação sem fins lucrativos cujo objetivo é promover e desenvolver as ciências dos videojogos em Portugal, sediada na UMinho;
Joaquim Ferreira – (professor de neurologia) Fac. Medicina/Univ Lisboa;
Cátia Ferreira – Faculdade Ciências Humanas/Univ. Católica;
Pedro Hubert – Psicólogo com trabalhos nesta área, na vertente da adição/vício do jogo (colab.Instituto de Apoio ao Jogador).

(O programa [23 nov 2012] inicia com outro tema, mas basta avançar o cursor para chegar a este tema principal do programa, muito interessante nesta temática.)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

videojogos e violência


Este tema já foi abordado aqui, pelo Hélder, um dos autores deste blog, num post de janeiro que nos permite aceder à entrevista com o Psicólogo Eduardo Sá. Trago-vos a perspetiva de Gee.
Em Bons videojogos + Boa aprendizagem fala-nos dos estudos realizados para verificar a hipótese de haver relação entre os videojogos e a violência (se quem os joga é mais violento).
Os estudos realizados não sugerem a relação - pelo contrário, os investigadores indicam que os jogos violentos são benéficos, pois podem ser a forma de gerir a violência.
Sendo certo que as imagens virtuais produzem efeitos emocionais semelhantes à realidade (daí os jogos serem vividos com intensidade), isso não implica que, fora do contexto do jogo se reproduzam as atitudes que se desenrolam no jogo! - há uma consciência da diferença (as regras do jogo são para o jogo).
Os videojogos permitem viver "realidades" e conhecer mundos e entendê-los - e Gee apela à importância de jogar diferentes jogos, para tomar contacto com diversas realidades e poder pensar sobre elas.
Os pais terão de entender os benefícios dos videojogos para os seus filhos (e saber escolher os apropriados) pois, como diz Gee:


Os bons videojogos são ferramentas de pensamento.

a ler:
Gee, J. (2010). Bons videojogos + Boa aprendizagem. Mangualde: Edições Pedago, Lda.





(conteúdo abordado neste artigo: cap. 2)