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quinta-feira, 25 de abril de 2013
“Vamos melhorar o mundo? Como? Jogando!”
Como mudar o mundo?
São muitas as propostas, e qual delas a mais curiosa, e exequível.
Fica aqui, esta proposta bem diferente. O seu título é curioso e faz-nos reflectir sobre o assunto.
“Vamos melhorar o mundo? Como? Jogando!”
Francisco Velásquez apresenta este trabalho de reflexão no slideshare, que deixo como proposta para o seu tempo de ócio. Jogar.
Antes fica o convite a fazer este percurso de reflexão com o autor, sobre o jogo e a sua utilidade, e naturalmente vai perceber melhor do se trata, para melhorar o mundo.
sábado, 30 de março de 2013
ambiente digital x estrutura cerebral
No programa que sugerimos abaixo
(Sociedade Civil) - Videojogos: efeitos positivos no cérebro -
as teorias de Daphne Bavelier são confrontadas com as de Susan Greenfield. Ambas referem a ação dos videojogos no cérebro, mas esta
última reforça os aspetos negativos da adaptação às novas tecnologias.
É
na perspetiva das transformações provocadas pelos videojogos, embora
considerando-os como componente do meio ambiente atual, que nos diz que as
crianças de hoje, os “nativos digitais”, estão a perder as capacidades de
relacionamento e reconhecimento de gestos e atitudes... – competências básicas
do ser humano!
Para que saibam um pouco mais da sua perspetiva, propomos a leitura da entrevista da revista Veja:
"O ambiente digital está alterando nosso cérebro de forma inédita"
Reforço o interesse do programa Sociedade Civil e a
necessidade de avaliar a questão por perspetivas diversas, muitas vezes
complementares.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Videojogos: efeitos positivos no cérebro
Trago-vos uma sugestão: a visualização do programa Sociedade Civil
em que se falou
de Videojogos: efeitos positivos no
cérebro, onde participa um painel muito interessante (na foto) e é, de novo, focada a perspetiva de Daphne Bavelier (e não só...).
Rui Prada – IST e
presidente da Sociedade Portuguesa de Ciências dos Videojogos - SPCV, uma associação sem fins lucrativos cujo
objetivo é promover e desenvolver as ciências dos videojogos em Portugal,
sediada na UMinho;
Joaquim
Ferreira
– (professor de neurologia) Fac. Medicina/Univ Lisboa;
Cátia
Ferreira
– Faculdade Ciências Humanas/Univ. Católica;
Pedro Hubert –
Psicólogo com trabalhos nesta área, na vertente da adição/vício do jogo (colab.Instituto de Apoio ao Jogador).
(O
programa [23 nov 2012] inicia com outro tema, mas basta
avançar o cursor para chegar a este tema principal do programa, muito
interessante nesta temática.)
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Há como saber se um jogo é bom?
Saber se um jogo é adequado aos nossos filhos ou aos nossos alunos e aos objetivos que se pretende atingir com a sua utilização, é importante.
Cumpre ou não os requisitos exigíveis? - É apelativo, tem um bom interface, é adequado à idade, tem instruções claras, o conteúdo é pedagógico?... - uma avaliação feita por profissionais de ensino e alunos da área é uma ferramenta muito útil!
Para os que estão na área da Educação, não preciso, sequer, referir a excelência da Universidade do Minho... - é de lá que nos chega esta ferramenta.
O Portal de Avaliação de Software Educativo Multimédia e Jogos, foi criado para educadores, professores e profissionais de educação interessados na temática e disponibiliza a análise a SEM (software educativo multimédia) ou jogos, através de uma ficha pormenorizada, onde encontramos descrição e caraterísticas do produto, avaliação de acordo com os variados parâmetros e comentários.
Para aceder ao portal, clique na imagem:
(Agradecemos aos professores da UC Jogo e Aprendizagem a sugestão deste artigo)
nota: este portal está em reformulação, de momento,
tentaremos dar conta do seu novo acesso, assim que disponível.
Deixamos o novo acesso » PORTAL DE AVALIAÇÃO
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