sábado, 29 de junho de 2013

A virtualidade vai fazendo parte da nossa vida. Mais uma experiencia nesta área.

Realidade virtual está de volta?
A técnica vai evoluindo, e a virtualidade torna-se cada vez mais uma realidade do nosso dia-a-dia. Nos anos 90, foi uma grande inovação, depois acalmou, mas com novas evoluções tecnológicas, este pode ser ainda um campo importante a desenvolver e implementar, como divertimento, mas também com outros fins. Porque não educativos? Haja imaginação que técnica vai havendo. Fica o link do desenvolvimento deste artigo:
Realidade virtual está de volta?
http://gameover.blogs.sapo.pt/349774.html

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Videojogos x controlo emocional

Trago-vos a sugestão de um artigo 
de Nelson Zagalo:

publicado em:
...uma sociedade que joga videojogos, é uma sociedade mais capaz de lidar com a realidade inconstante, e por vezes injusta, porque estará mais preparada em termos cognitivos para o fazer...


vejam, também, a postagem do autor no virtual-illusion :

sábado, 1 de junho de 2013

Jogos para o dia da criança

Para o dia da criança. Eis uma iniciativa interessante sobre jogos. Na página Gameover surge uma lista de jogos interessantes para crianças. Vale a pena visitar a página e tomar conhecimento da lista de jogos. fica o link: http://gameover.sapo.pt/artigo/doze-jogos-para-celebrar-o-dia-da-crianca-com-galeria No artigo pode ler-se ainda: Para além disso, vivemos atualmente num ótimo momento para estes jogos que através dos mais recentes periféricos conseguem trazer experiências cada vez mais imaginativas. Como exemplo disso temos oWonderbook: Livro de Feitiços, que permite que a criança se transforme num verdadeiro aluno de Hogwarts utilizando um simples periférico e a câmara da PlayStation 3. Deixe-se envolver na magia do jogo, e ajude as crianças a descobrir e a lidar positivamente com eles novas tecnologias do entretenimento e do aprender.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Videojogos prejudiciais ou benéficos


“Vamos melhorar o mundo? Como? Jogando!”

Como mudar o mundo? São muitas as propostas, e qual delas a mais curiosa, e exequível. Fica aqui, esta proposta bem diferente. O seu título é curioso e faz-nos reflectir sobre o assunto. “Vamos melhorar o mundo? Como? Jogando!” Francisco Velásquez apresenta este trabalho de reflexão no slideshare, que deixo como proposta para o seu tempo de ócio. Jogar. Antes fica o convite a fazer este percurso de reflexão com o autor, sobre o jogo e a sua utilidade, e naturalmente vai perceber melhor do se trata, para melhorar o mundo.

sábado, 30 de março de 2013

ambiente digital x estrutura cerebral


No programa que sugerimos abaixo (Sociedade Civil) -  Videojogos: efeitos positivos no cérebro - as teorias de Daphne Bavelier são confrontadas com as de Susan Greenfield. Ambas referem a ação dos videojogos no cérebro, mas esta última reforça os aspetos negativos da adaptação às novas tecnologias.
Susan Greenfield é professora de farmacologia em Oxford, tendo estudado o efeito de algumas substâncias no cérebro, assim como o efeito das doenças degenerativas (Alzheimer, Parkinson). 
É na perspetiva das transformações provocadas pelos videojogos, embora considerando-os como componente do meio ambiente atual, que nos diz que as crianças de hoje, os “nativos digitais”, estão a perder as capacidades de relacionamento e reconhecimento de gestos e atitudes... – competências básicas do ser humano!
Para que saibam um pouco mais da sua perspetiva, propomos a leitura da entrevista da revista Veja:

"O ambiente digital está alterando nosso cérebro de forma inédita"

 

Reforço o interesse do programa Sociedade Civil e a necessidade de avaliar a questão por perspetivas diversas, muitas vezes complementares.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Videojogos: efeitos positivos no cérebro


Trago-vos uma sugestão: a visualização do programa Sociedade Civil em que se falou de Videojogos: efeitos positivos no cérebro, onde participa um painel muito interessante (na foto) e é, de novo, focada a perspetiva de Daphne Bavelier (e não só...).
(Para aceder clique na foto do painel ou em "Sociedade Civil")
Rui PradaIST e presidente da Sociedade Portuguesa de Ciências dos Videojogos - SPCV, uma associação sem fins lucrativos cujo objetivo é promover e desenvolver as ciências dos videojogos em Portugal, sediada na UMinho;
Joaquim Ferreira – (professor de neurologia) Fac. Medicina/Univ Lisboa;
Cátia Ferreira Faculdade Ciências Humanas/Univ. Católica;
Pedro Hubert – Psicólogo com trabalhos nesta área, na vertente da adição/vício do jogo (colab.Instituto de Apoio ao Jogador).

(O programa [23 nov 2012] inicia com outro tema, mas basta avançar o cursor para chegar a este tema principal do programa, muito interessante nesta temática.)